Deus é maior!!!!!!!!!!!!!!

Junior é professor de geografia, Geógrafo, maranhense, católico, flamenguista, motense, amante da velocidade. Guia das Oficinas de Oração e Vida para jovens e um brasileiro que nunca desiste .

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Rádio Timbira do Maranhão

Hoje, ao chegar no trabalho, ouvia os comentários sobre a demissão do gestor da Rádio Timbira Gilberto Lima. Aí foi que lembrei do que li na internet nestes últimos dias: a briga entre o Gestor e o secretário de Comunicação do Estado Zeca Pinheiro. Infelizmente, aquilo que deveria ser o governo da Libertação está se tornando no Governo da CORRUPÇÃO, DAS BRIGAS E LUTAS POR PODER, DA VERGONHA. Não adianta o governo gastar milhões em propaganda se a cada dia que passa a vida do Maranhense está pior.

Fiquei decepcionado: O governo mandou a polícia lacrar a Rádio Timbira do Maranhão. Ficará 10 dias fora do ar, segundo denunciou o gestor ao dar uma entrevista à Rádio São Luís.

Isso demonstra mais uma vez a fragilidade do Governo Estadual.


ISSO É O MARANHÃO!

domingo, 27 de abril de 2008

Caso Isabella Nardoni

Hoje, Domingo (27/04) a Polícia fará às nove horas uma reconstitução da morte da Menina Isabella Nardoni. Nossa enquete realizada durante a semana revelou o que a polícia paulista já sabe (mais de 80% dos votos afirmam que o pai e a madrasta são os culpados), mas faz questão de fazer uma "APOTEOSE" sobre o caso. Não há dúvidas (pelo menos por tudo aquilo que a imprensa do sul nos repassa) que o Pai de Isabella e a Madrasta foram os outores do crime, inclusive autores intelectuais de tamanha babárie (isto é apenas uma opinião, deixo para a justiça decidir. Perdoe-me se estou julgando, mas esse não é meu objetivo.
Como pode um pai jogar a própria filha de um prédio de 6 andares? Nestes dias que antecederam este domingo, estive em um escritório de advocacia que fica em frente ao prédio do Ministério do Fazenda, no canto da Fabril. Por alguns momentos estive pensando, refletindo como alguém pode sobeviver a uma queda "daquela". Fico impressionado como a brutalidade humana supera qualquer sentimento humano. Nossos leitores tem toda a razão, o pai a madrasta são os culpados. Quando olhamos o rostinho angelical de Isabella refletimos o quanto o homem tem se afastado de Deus e claro, de seus desígnios. Quando a humanidade retornará aos preceitos de Deus? Quando o Amor superará as desvairadas humanas? Só muita oração. Nestes momentos lembro de Santa Teresinha que dizia "quero passar o meu céu fazendo o bem sobre a terra". Ou como diz Frei Ignácio Larrañaga "a vida do homem na Terra é um combate". Mas que combate é esse onde o homem e predador do próprio homem? Mas enfim, fica aqui registrado, a justiça será feita, mesmo que demore. Não a justiça humana, mas a de Deus.

Um bom domingo a todos!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

PAÍSES DA ÁSIA

Países que compõe a Ásia:

Afeganistão - Kabul
Arábia Saudita, Reino da - Riyadh
Armênia ou Arménia - Erevan
Azerbaijão - Baku
Bahrein - Manama
Bangladesh - Dhaka
Brunei Darussalam - Bandar Seri Begawan
Butão - Thimphu
Camboja - Phnom Penh
Cazaquistão - Astana
China, República da (também conhecida como Taiwan, Formosa ou Taipé Chinesa) - Taipei (disputada pela República Popular da China)
China, República Popular da - Pequim (disputada pela República da China, ou Taiwan)
Chipre - Nicósia
Cingapura ou Singapura - Cingapura (cidade-estado)
Coréia, República Democrática e Popular da (também conhecida como Coréia do Norte ou Coreia do Norte) - Pyongyang
Coréia, República da (também conhecida como Coréia do Sul ou Coreia do Sul) - Seul
Emirados Árabes Unidos - Abu Dhabi
Filipinas - Manila
Geórgia - Tbilisi
Hong Kong (República Popular da China, região administrativa especial) - Hong Kong (território urbano)
Iêmen ou Iémen - Sana
Ilha Christmas (também conhecida como Natal, Ilha; Austrália, território não-autônomo externo) - Flying Fish Cove
Ilhas Cocos (também conhecida como Keeling, Ilhas; Austrália, território não-autônomo externo) - Ilha Oeste
Índia - Nova Deli
Indonésia - Jacarta
Irã, República Islâmica do (também conhecido como Irão) - Teerã ou Teerão
Iraque - Bagdá ou Bagdade
Israel - Jerusalém (histórica), Tel Aviv (administrativa)
Japão - Tóquio
Jordânia - Amman
Kuwait - Cidade do Kuwait
Laos, República Popular Democrática do - Vientiane
Líbano - Beirute
Macau (República Popular da China, região administrativa especial) - Macau (território urbano)
Malásia - Kuala Lumpur (sede do governo em Putrajaya)
Maldivas - Malé
Mongólia - Ulaanbaatar
Myanmar (antigamente conhecido como Birmânia) - Naypyidaw
Nepal - Katmandu
Omã - Mascate
Palestina, Autoridade - Jerusalém (pretendida; escritórios governamentais em Gaza e Ramallah; ocupado por Israel)
Paquistão - Islamabad
Qatar ou Catar - Doha
Quirguistão (também conhecido como Quirguízia) - Bishkek
Síria, República Árabe - Damasco
Sri Lanka (antigo Ceilão) - Colombo (administrativa), Kotte (legislativa)
Tadjiquistão - Dushanbe
Tailândia - Bangkok
Território Britânico do Oceano Índico (território de ultramar do Reino Unido) - Diego Garcia (maior ocupação), administrado de Londres, Reino Unido (é disputado por Seychelles e Maurício)
Timor-Leste (também conhecido por Timor-Lorosae) - Díli
Turcomenistão (também conhecido como Turquemenistão) - Aşgabat
Turquia - Ancara
Uzbequistão - Tashkent
Vietnã (também conhecido como Vietname) - Hanoi

PAÍSES DA ÁFRICA

Países da Africa e suas respectivas capitais.

África do Sul cap:Pretória
Angola cap:Luanda
Argélia cap:Argel
Benin cap:Porto Novo
Botsuana cap:Gaborone
Burkina Fasso cap:Uagadugu
Burundi cap:Bujumbura
Cabo Verde cap:Praia
Camarões cap:Iaundé
Chade cap:Ndjamena
Costa do Marfim cap:Abidjan
Djibuti cap:Djibuti
Egito cap:Cairo
Eritréia cap:Asmara
Etiópia cap:Adis Abeba
Gabão cap:Libreville
Gâmbia cap:Banjul
Gana cap:Acra
Guiné cap:Conacri
Guiné Bissau cap:Bissau
Guiné Equatorial cap:Malabo
Ilhas Comores cap:Moroni
Lesoto cap:Maseru
Libéria cap:Monróvia
Líbia cap:Trípoli
Madagascar cap:Antananarivo
Malauí cap:Lilongue
Mali cap:Bamaco
Marrocos cap:Rabat
Maurício cap:Port Louis
Mauritânia cap:Nuakchott
Moçambique cap:Maputo
Namíbia cap:Windhoek
Niger cap:Niamei
Nigéria cap: Abuja
Quênia cap:Nairobi
Rep. Demo. do Congo cap:Kinshasa
Rep. Pop. do Congo cap:Brazzaville
Repúbl.Centro Africana cap:Bangui
Ruanda cap:Kigali
S.Tomé e Príncipe cap:São Tomé
Senegal cap:Dacar
Serra Leoa cap:Freetown
Seycheles cap:Vitória
Somália cap:Mogadíscio
Suazilândia cap:Mbabane
Sudão cap:Cartum
Tanzânia cap:Dodoma
Togo cap:Lomé
Tunísia cap:Túnis
Uganda cap:Campala
Zâmbia cap:Lusaka
Zimbábue cap:Harare

quarta-feira, 23 de abril de 2008

O Império Russo


O Império Russo, maior império e maior estado nacional de todos os tempos em área (pois em proporção ao mundo conhecido da época, o maior foi o Império Persa) foi fundado no final do século XV, com a derrota dos tártaros na batalha do rio Ugra. Sua raiz foi principado de Moscou, que liderou o processo de formação do futuro Estado russo. Expandiu-se até ao Oceano Pacífico entre os séculos XVII e XIX e foi derrubado pelas revoluções de 1917, a segunda das quais culminou no estabelecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Geralmente o termo Império Russo é utilizado para se referir ao período de tempo da história russa que começa com a expansão iniciada por Pedro I (do Báltico ao Pacífico) até o reinado de Nicolau II da Rússia, deposto pela Revolução Russa de 1917. O Estado russo foi oficialmente nomeado Império (em russo: Росси́йская Импе́рия) de 1721 a 1917.

A capital do Império foi São Petersburgo, que em 1914 rebatizada como Petrogrado. Ao final do século XIX o tamanho do império era de cerca de 22.400.000 quilômetros quadrados, abrangendo vastas áreas da Europa oriental e do norte e centro da Ásia. Seus limites eram o Oceano Ártico ao norte, o Cáucaso e as fronteiras com a Pérsia e Afeganistão ao sul, o Oceano Pacífico e as fronteiras com a China, Coréia e Japão a leste e a oeste os montes Cárpatos, onde fazia fronteira com a Alemanha e a Áustria-Hungria. O Império Russo ainda chegou a contar com um território na América, o Alasca, o qual foi em 1867 vendido aos Estados Unidos.

Em seu apogeu o Império Russo incluía, além do território russo atual, os estados bálticos (Lituânia, Letônia e Estônia), a Finlândia, Cáucaso, Ucrânia, Bielorrússia, boa parte da Polônia (antigo reino da Polônia), Moldávia (Bessarábia) e quase toda a Ásia Central. Também contava com zonas de influência no Irã, Mongólia e norte da China.

Em 1914 o Império Russo estava dividido em 81 províncias (guberniias) e vinte regiões (óblasts). Vassalos e protetorados do Império incluíam os Canatos de Khiva e Bukhara e depois de 1914 Tuva.

O Império Austro-Hungaro


Áustria-Hungria ou Império Austro-Húngaro foi um vasto e importante Estado europeu, sucessor do Império Habsburgo (Império Austríaco). Resultou de um compromisso entre as nobrezas austríaca e húngara em 1867, e foi dissolvido em 1918, após a derrota na Primeira Guerra Mundial, conforme as exigências do Tratado de Versalhes implementadas pelos tratados de Saint-Germain e Trianon.

Na altura da sua dissolução, o Império tinha uma superfície total de 677.546 km2. Sua população, antes do início da Primeira Guerra Mundial era estimada em 52,5 milhões de habitantes. O que resta deste antigo Estado encontra-se dividido entre treze países actuais: Áustria, Hungria, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Croácia, Bósnia e Herzegovina e as regiões da Voivodina na Sérvia, Bocas de Kotor no Montenegro, Trentino-Alto Ádige e Trieste na Itália, Transilvânia e parte do Banato na Roménia, Galícia na Polónia e Ruténia (região Subcarpática) na Ucrânia.


O Tratado de Saint-Germain-en-Laye foi celebrado em 10 de setembro de 1919 pelos Aliados, vitoriosos, de um lado, e, de outro, pela nova República da Áustria, na cidade de Saint-Germain-en-Laye, França, após o término da Primeira Guerra Mundial. Da mesma forma que o Tratado de Versalhes concluído com a Alemanha, o tratado de Saint-Germain contém o Pacto da Liga das Nações e, por este motivo, não foi ratificado pelos Estados Unidos.

O acordo declarava dissolvida a Monarquia Austro-Húngara. A nova República da Áustria, que incluía a maior parte dos territórios de língua alemã do antigo Império Austríaco, reconheceu a independência da Hungria, da Tchecoslováquia, da Polônia e do Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos.

As cláusulas mais relevantes entre os 381 artigos do tratado foram:

A Boêmia, a Morávia e algumas comunas da Baixa Áustria passaram para a recém-constituída Checoslováquia.
O Trentino, o Tirol Meridional e o Vale Canale passaram à Itália, bem como partes da Ístria e da Dalmácia.
Parte da Baixa Estíria e algumas partes da Caríntia passaram ao Reino da Sérvia, Croácia e Eslovênia.
Foi estabelecido um referendo para decidir se o território de Klagenfurt na Caríntia devia pertencer à Áustria ou à Eslovênia.
Parte do território ocidental da Hungria passou à Áustria com o nome de Burgenland.
Proibiu-e a Áustria de comprometer a sua independência, o que impedia aquele país de unir-se política ou economicamente à Alemanha sem prévia anuência do Conselho da Liga das Nações.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Saint-Germain-en-Laye"