Deus é maior!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
FRASE
"O MAIOR CASTIGO PARA AQUELES QUE NÃO SE INTERESSAM POR POLÍTICA É QUE SERÃO GOVERNADOS PELOS QUE SE INTERESSAM" (Arnold Toynbee)
CARTA AO BRADESCO
Meu amigo Serjão me mandou isto:
Esta carta foi enviada ao Banco Bradesco, porém devido à criatividade com que
foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras.
Tenho que prestar reverência à criatividade da população brasileira que, apesar
de ser altamente explorada, ainda consegue manter o bom humor.
Não é fantástico?
CARTA ABERTA AO BRADESCO
Senhores Diretores do Bradesco,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa
mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do
posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses
serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma
pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico,
costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito
extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria
para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de
combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do
produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais
taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena:
eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito
gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e
qualquer serviço.
Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por
guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com
muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que, talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu
comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me
cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado
pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando
apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de
abertura de crédito'
- equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores
certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui
obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de
conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta,
essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da
padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a
padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como
papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns gerentes inescrupulosos cobravam
um 'por fora', que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o
Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um
'por fora' temos muitos 'por dentro'.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me
cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da
conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma
taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu
utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me
entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e
qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores
esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de
seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei
umfinanciamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam
informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito
diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem
inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados
etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por
lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso.
Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu
negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência
dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam
garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.
Esta carta foi enviada ao Banco Bradesco, porém devido à criatividade com que
foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras.
Tenho que prestar reverência à criatividade da população brasileira que, apesar
de ser altamente explorada, ainda consegue manter o bom humor.
Não é fantástico?
CARTA ABERTA AO BRADESCO
Senhores Diretores do Bradesco,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa
mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do
posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses
serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma
pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico,
costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito
extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria
para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de
combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do
produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais
taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena:
eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito
gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e
qualquer serviço.
Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por
guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com
muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que, talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu
comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me
cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado
pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando
apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de
abertura de crédito'
- equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores
certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui
obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de
conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta,
essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da
padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a
padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como
papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns gerentes inescrupulosos cobravam
um 'por fora', que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o
Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um
'por fora' temos muitos 'por dentro'.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me
cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da
conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma
taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu
utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me
entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e
qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores
esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de
seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei
umfinanciamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam
informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito
diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem
inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados
etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por
lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso.
Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu
negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência
dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam
garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.
domingo, 10 de agosto de 2008
O Petróleo do Brasil: a camada do Pré-sal
A camada pré-sal se estende por cerca de 800 quilômetros, entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado está a profundidades superiores a 5 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal, que segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo.
Segundo o governo, o Brasil tem condições de se tornar exportador de petróleo com o óleo do pré-sal. Estimativas apontam que a camada pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo. Atualmente, as reservas do país não passam dos 14 bilhões de boe.
São nove descobertas no pré-sal, entre as quais as áreas de Tupi, Júpiter, Bem-Te-Vi, Guará e Carioca, entre outras. A área de Carioca foi alvo de polêmica, após o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, afirmar que as reservas poderiam totalizar 33 bilhões de boe.

BOE: barris de óleo equivalente
Segundo o governo, o Brasil tem condições de se tornar exportador de petróleo com o óleo do pré-sal. Estimativas apontam que a camada pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo. Atualmente, as reservas do país não passam dos 14 bilhões de boe.
São nove descobertas no pré-sal, entre as quais as áreas de Tupi, Júpiter, Bem-Te-Vi, Guará e Carioca, entre outras. A área de Carioca foi alvo de polêmica, após o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, afirmar que as reservas poderiam totalizar 33 bilhões de boe.

BOE: barris de óleo equivalente
sábado, 9 de agosto de 2008
O Clube do Bolinha
Nesta semana vi muita gente falando do Chacrinha. Porém lembrei, por que não falam do Bolinha.
O Clube do Bolinha foi um programa de auditório brasileiro exibido aos sábados pela Rede Bandeirantes. Apresentando por Édson Cury, mais conhecido como Bolinha, o programa revelou muitos talentos da música brasileira, pois era uma vitrine para artistas consagrados ou em começo de carreira. Uma das características marcantes do programa era a irreverência do apresentador, que costumava conduzi-lo vestido com camisas bufantes supercoloridas. No palco havia as festejadas boletes, dançarinas contratadas para animar o palco. Algumas antes de se tornarem boletes, dançaram no programa do Chacrinha como Índia Amazonense, Sonia Rangel, Rita Cassino, Rose Cleópatra, Mara Prado, Sandra Veneno, Regina Polivalente, Leda Zeppelin, Kátia Pavão, Fátima Boa Viagem, Gracinha Copacabana, Gracinha Portelão, Regina Polivalente. O programa contava também com vários quadros, entre eles o antológico "Eles e Elas", no qual havia shows de travestis, drag queens e transformistas. O Clube do Bolinha foi durante anos a principal atração das tardes de sábado da Bandeirantes até que, em 1994, a emissora decidiu tirá-lo de sua grade de programação.
Edson Cury: Afastado da TV desde 1994, quando a TV Bandeirantes tirou do ar o programa, que ocupava as tardes de sábado, Bolinha pensava em voltar à TV. Com um estilo irreverente, marcado pelo visual de camisas de seda coloridas, Bolinha foi uma das figuras mais marcantes da televisão brasileira.O apresentador morreu às 2h30 do dia 1 de julho de 1998, aos 62 anos, vítima de câncer no aparelho digestivo. Estava internado no Hospital 9 de Julho, em São Paulo, para tratamento da doença, que havia sido descoberta três anos antes de sua morte. Nos seis meses antes de falecer, a doença do apresentador tinha-se agravado.
(informações com apoio do Wikipédia.com)
O Clube do Bolinha foi um programa de auditório brasileiro exibido aos sábados pela Rede Bandeirantes. Apresentando por Édson Cury, mais conhecido como Bolinha, o programa revelou muitos talentos da música brasileira, pois era uma vitrine para artistas consagrados ou em começo de carreira. Uma das características marcantes do programa era a irreverência do apresentador, que costumava conduzi-lo vestido com camisas bufantes supercoloridas. No palco havia as festejadas boletes, dançarinas contratadas para animar o palco. Algumas antes de se tornarem boletes, dançaram no programa do Chacrinha como Índia Amazonense, Sonia Rangel, Rita Cassino, Rose Cleópatra, Mara Prado, Sandra Veneno, Regina Polivalente, Leda Zeppelin, Kátia Pavão, Fátima Boa Viagem, Gracinha Copacabana, Gracinha Portelão, Regina Polivalente. O programa contava também com vários quadros, entre eles o antológico "Eles e Elas", no qual havia shows de travestis, drag queens e transformistas. O Clube do Bolinha foi durante anos a principal atração das tardes de sábado da Bandeirantes até que, em 1994, a emissora decidiu tirá-lo de sua grade de programação.
Edson Cury: Afastado da TV desde 1994, quando a TV Bandeirantes tirou do ar o programa, que ocupava as tardes de sábado, Bolinha pensava em voltar à TV. Com um estilo irreverente, marcado pelo visual de camisas de seda coloridas, Bolinha foi uma das figuras mais marcantes da televisão brasileira.O apresentador morreu às 2h30 do dia 1 de julho de 1998, aos 62 anos, vítima de câncer no aparelho digestivo. Estava internado no Hospital 9 de Julho, em São Paulo, para tratamento da doença, que havia sido descoberta três anos antes de sua morte. Nos seis meses antes de falecer, a doença do apresentador tinha-se agravado.
(informações com apoio do Wikipédia.com)
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Enganando o Bafômetro
Assunto: recebi via e-mail e estou repassando pra vc´s.
De autor de Campinas - SP
Parece que funciona, tem fundamento, mas faça um teste antes com um policial amigo. Mas talvez se tiver tão bêbedo, nem vai lembrar de pedir coca-cola
Meu nome é Bruno Barreto Alvez sou formado em Química pela PUC de Campinas e vou deixar uma dica para escapar do teste do bafômetro desde que você não esteja muito bêbado e não consiga seguir as dicas abaixo:
1) No final da balada seja no bar ou em alguma festa ou na zona (não importa) antes de sair (só antes de sair) peça ao garçom um copo descartável com COCA COLA com bastante gelo.
2) Vá embora com o seu copo embora no carro (não derrubar o refrigerante) vá dando umas goladas de vez em quando.
3) Chegou na BLITZ maior comandão (pare o carro com calma afinal você não esta tão bêbado) tome um gole bom de COCA COLA garantindo que as pedras de gelo menores fiquem em sua boca.
4) Se o policial pedir primeiro documentos e coisa e tal tome outro gole seguindo o mesmo procedimento 3.
5) Finalmente o Bafômetro (lembra que você não esta bêbado então vê se não erra o canudinho) sopre devagar e no mesmo ritmo, mesmo que você tenha tomado um monte mas se sente legal o teste vai dar negativo ou abaixo dos 0,02 mg/l de sangue.
Isto acontece pelo fato do Hidrogênio liberado pelo gelo anular a maior parte da associação do álcool no ar do seu pulmão, esta dica é velha e foi descoberta por estudantes de Química Americanos que tiveram que enfrentar o mesmo tipo de punição nos anos 70 e 80. Agora no EUA não se usa mais o bafômetro e sim o teste da faixa que ai não tem estudante, professor, PHD que de jeito.
A COCA COLA para que serve? poxa você não vai querer ser parado com um copo de WISKY com gelo então bota qualquer refrigerante menos água pois demora mais para retirar o Hidrogênio do gelo.
Ps: Em Campinas já passamos por 03 blitz usando este método, e lembrando que esta dica não adianta no caso de amostra de sangue.
De autor de Campinas - SP
Parece que funciona, tem fundamento, mas faça um teste antes com um policial amigo. Mas talvez se tiver tão bêbedo, nem vai lembrar de pedir coca-cola
Meu nome é Bruno Barreto Alvez sou formado em Química pela PUC de Campinas e vou deixar uma dica para escapar do teste do bafômetro desde que você não esteja muito bêbado e não consiga seguir as dicas abaixo:
1) No final da balada seja no bar ou em alguma festa ou na zona (não importa) antes de sair (só antes de sair) peça ao garçom um copo descartável com COCA COLA com bastante gelo.
2) Vá embora com o seu copo embora no carro (não derrubar o refrigerante) vá dando umas goladas de vez em quando.
3) Chegou na BLITZ maior comandão (pare o carro com calma afinal você não esta tão bêbado) tome um gole bom de COCA COLA garantindo que as pedras de gelo menores fiquem em sua boca.
4) Se o policial pedir primeiro documentos e coisa e tal tome outro gole seguindo o mesmo procedimento 3.
5) Finalmente o Bafômetro (lembra que você não esta bêbado então vê se não erra o canudinho) sopre devagar e no mesmo ritmo, mesmo que você tenha tomado um monte mas se sente legal o teste vai dar negativo ou abaixo dos 0,02 mg/l de sangue.
Isto acontece pelo fato do Hidrogênio liberado pelo gelo anular a maior parte da associação do álcool no ar do seu pulmão, esta dica é velha e foi descoberta por estudantes de Química Americanos que tiveram que enfrentar o mesmo tipo de punição nos anos 70 e 80. Agora no EUA não se usa mais o bafômetro e sim o teste da faixa que ai não tem estudante, professor, PHD que de jeito.
A COCA COLA para que serve? poxa você não vai querer ser parado com um copo de WISKY com gelo então bota qualquer refrigerante menos água pois demora mais para retirar o Hidrogênio do gelo.
Ps: Em Campinas já passamos por 03 blitz usando este método, e lembrando que esta dica não adianta no caso de amostra de sangue.
domingo, 3 de agosto de 2008
Padre Inácio de Azevedo
Informações do Wikipédia.com
Inácio de Azevedo, também conhecido como Beato Inácio de Azevedo (Porto, 1527 — Oceano Atlântico, 1570) foi um padre português da Companhia de Jesus.
Era filho de D. Emanuel e Dna. Violante, descendentes de famílias da nobreza portuguesa. Aos dezoito anos de idade tornou-se administrador dos bens familiares.
Em 1548, após um retiro em Coimbra, fez opção pela vida religiosa, ingressando na Companhia de Jesus, onde se distinguiu. Foi nomeado como reitor do Colégio Santo António em Lisboa, antes mesmo de concluir o curso de Teologia: tinha então apenas vinte e seis anos de idade.
Concluído o curso, foi enviado para Braga, a fim de assessorar o bispo da cidade na reforma da Diocese. No ano de 1565, São Francisco de Borja, confiou-lhe a inspeção das Missões das Índias e do Brasil, tarefa que lhe consumiu cerca de três anos. Em seu relatório, pediu recursos humanos, tendo o santo lhe ordenado que recrutasse, em Portugal e Espanha, elementos para o Brasil. Após cinco meses de intensos preparativos religiosos, a 5 de junho de 1570, Inácio e mais 39 companheiros partiram a bordo do navio mercante São Tiago, enquanto outros trinta companheiros seguiam em vasos de guerra, na frota em que seguia o novo Governador-Geral do Brasil.
Durante a viagem, enquanto passava junto às Ilhas Canárias, a embarcação em que viajava foi capturada pelo pirata Huguenote Jacques Soria, sendo o grupo martirizado na ocasião.
Os Quarenta Mártires do Brasil foram beatificados pelo Papa Pio IX em 11 de maio de 1854.
Inácio de Azevedo, também conhecido como Beato Inácio de Azevedo (Porto, 1527 — Oceano Atlântico, 1570) foi um padre português da Companhia de Jesus.
Era filho de D. Emanuel e Dna. Violante, descendentes de famílias da nobreza portuguesa. Aos dezoito anos de idade tornou-se administrador dos bens familiares.
Em 1548, após um retiro em Coimbra, fez opção pela vida religiosa, ingressando na Companhia de Jesus, onde se distinguiu. Foi nomeado como reitor do Colégio Santo António em Lisboa, antes mesmo de concluir o curso de Teologia: tinha então apenas vinte e seis anos de idade.
Concluído o curso, foi enviado para Braga, a fim de assessorar o bispo da cidade na reforma da Diocese. No ano de 1565, São Francisco de Borja, confiou-lhe a inspeção das Missões das Índias e do Brasil, tarefa que lhe consumiu cerca de três anos. Em seu relatório, pediu recursos humanos, tendo o santo lhe ordenado que recrutasse, em Portugal e Espanha, elementos para o Brasil. Após cinco meses de intensos preparativos religiosos, a 5 de junho de 1570, Inácio e mais 39 companheiros partiram a bordo do navio mercante São Tiago, enquanto outros trinta companheiros seguiam em vasos de guerra, na frota em que seguia o novo Governador-Geral do Brasil.
Durante a viagem, enquanto passava junto às Ilhas Canárias, a embarcação em que viajava foi capturada pelo pirata Huguenote Jacques Soria, sendo o grupo martirizado na ocasião.
Os Quarenta Mártires do Brasil foram beatificados pelo Papa Pio IX em 11 de maio de 1854.
sábado, 2 de agosto de 2008
O que está preste a acontecer com a CAEMA...
O que se se passa em Manaus
Do leitor que se assina Eduardo Abreu Senna (retirado do blog NOBLAT):
A crise maior no Amazonas, principalmente em Manaus, é por causa da empresa ÁGUAS DO AMAZONAS.
A concessão foi entregue aos franceses da empresa LYONNAISE DES EAUX, que em apenas quatro anos conseguiu sucatear a infra-estrutura de abastecimento de água em Manaus, coletando dinheiro e não investindo nem 1% do que havia sido combinado.
E qual não foi a surpresa quando os diretores franceses simplesmente pegaram suas malas e foram embora, deixando a empresa "alaranjada" para a "brasileira" SOLVI (empresa gerenciada por franceses...)?
A situação em Manaus é caótica. Clientes reclamando do sistema comercial que gera conta errada, cobranças de serviços que não existiram, contas absurdamente altas, e falta constante de água nas adutoras.
Os franceses??? Ora , os franceses, a essa hora, estão em Paris rindo dos "índios amazonenses".
Do leitor que se assina Eduardo Abreu Senna (retirado do blog NOBLAT):
A crise maior no Amazonas, principalmente em Manaus, é por causa da empresa ÁGUAS DO AMAZONAS.
A concessão foi entregue aos franceses da empresa LYONNAISE DES EAUX, que em apenas quatro anos conseguiu sucatear a infra-estrutura de abastecimento de água em Manaus, coletando dinheiro e não investindo nem 1% do que havia sido combinado.
E qual não foi a surpresa quando os diretores franceses simplesmente pegaram suas malas e foram embora, deixando a empresa "alaranjada" para a "brasileira" SOLVI (empresa gerenciada por franceses...)?
A situação em Manaus é caótica. Clientes reclamando do sistema comercial que gera conta errada, cobranças de serviços que não existiram, contas absurdamente altas, e falta constante de água nas adutoras.
Os franceses??? Ora , os franceses, a essa hora, estão em Paris rindo dos "índios amazonenses".
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